1 de Dezembro de 1640, Restauração da Independência Nacional

“Nessa alegre e pura manhã de 1 de Dezembro – Portugal nasce de novo. E nasce de novo, quando pouco falta para sucumbir. Restitui-o à vida a firmeza inquebrantável da vontade nacional, cristalizada numas dezenas de fidalgos corajosos, logo secundada e ampliada pela vibrante adesão popular.”

João Ameal, “História de Portugal”, 4ª edição, pág. 392

1 DEZ. copy

Anúncios

Celebração do Dia de Portugal

Mais um 10 de Junho e mais uma vez o MSN volta à rua para celebrar o Dia de Portugal.
Este ano as comemorações oficiais impediram-nos de celebrar a data no local originalmente planeado, pelo que voltámos à estátua de Afonso de Albuquerque.
Pelas 11h30 Militantes do MSN e outros Nacionalistas concentraram-se no local, seguindo-se uma breve alocução por parte de um dos nossos Militantes e a deposição de flores aos pés da estátua de Afonso de Albuquerque por um ex-Combatente do Ultramar e Veterano Militante Nacionalista. A comemoração terminou com um almoço de confraternização entre os Nacionalistas presentes.

 

Homenagem aos Combatentes do Ultramar

No passado dia 11 deste mês, vários Militantes do MSN, acompanhados de outros Nacionalistas, ostentando ao peito autocolantes de apoio aos ex-Combatentes do Ultramar, estiveram presentes na Praça Carlos Alberto, na Cidade do Porto, para assistirem à cerimónia do Dia do Combatente. Estranhamente, este ano, a cerimónia teve lugar dia 11 e não dia 9, o que impediu muitas pessoas de estarem presentes.
Depois de um lamentável discurso de rendição ao politicamente correcto, por parte de um elemento da Associação de Comandos, e da imposição de condecorações a ex-Combatentes, finda a cerimónia oficial, os Militantes do MSN depuseram flores aos pés da estátua dedicada aos Soldados da Primeira Guerra Mundial e prestaram a sua modesta homenagem a todos aqueles que, de armas na mão, honraram o nome de Portugal.

Celebração da Restauração da Independência Nacional

O MSN, continuando com o seu trabalho, comemorou no passado dia 1 de Dezembro, para além do segundo aniversário da organização, a Restauração da Independência Nacional. Desta vez o homenageado foi um dos nossos mais ilustres cabos de guerra, Afonso de Albuquerque.
Pelas 11h30, algumas dezenas de Nacionalistas concentraram-se em frente da estátua de Afonso de Albuquerque tendo deposto uma coroa de flores aos pés da mesma, seguidamente um Camarada do MSN proferiu uma curta alocução acerca do significado da data e de como esta deve inspirar os militantes nas lutas que nos aguardam.
A comemoração terminou com um almoço de confraternização entre os Nacionalistas presentes.

EM DEFESA DOS COMANDOS

comandos

A recente morte de dois instruendos no curso de Comandos relançou, uma vez mais, a campanha de ódio contra esta prestigiosa unidade de elite por parte de sectores (nem todos forçosamente de esquerda) apostados na destruição ou neutralização de todo e qualquer baluarte das virtudes tradicionais do nosso Povo.

Diga-se em abono da verdade que esta campanha já dura há longos anos, mais concretamente desde o início da década de 80 quando começou a tentativa de neutralização, através da “americanização” da instrução, eliminando os aspectos mais duros da mesma, herdeiros do conceito de anti-guerrilha do Ultramar, bem como através do afastamento, por vezes compulsivo, dos quadros Comandos que tinham feito a guerra do Ultramar. Como se sabe essa campanha teve sucesso na década de 90 levando à extinção durante alguns anos do Regimento de Comandos.

Como é óbvio, a morte destes instruendos é lamentável e seria evitável através de exames médicos mais rigorosos e do levantamento da fasquia em matéria de requisitos psico-físicos para o acesso ao curso de Comandos. A óbvia falha destes dois requisitos, bem como uma notória baixa de qualidade no material humano que concorre ao curso de Comandos, fruto do amolecimento generalizado provocado por uma sociedade consumista e desvirilizada levam a situações destas. No entanto, temos que enquadrar no seu devido contexto a morte desses instruendos. Uma unidade de forças especiais, sejam os Comandos, a Legião Estrangeira, os SAS ou as Spetznaz, implica uma instrução duríssima que torna o futuro combatente de elite perfeitamente apto a operar em qualquer tipo de terreno ou clima contra qualquer tipo de adversário. Baixar o grau de exigência de uma tal instrução sob o pretexto, perfeitamente imbecil, tal como foi invocado no caso dos Comandos, de não exposição a condições climatéricas adversas equivale a um suicídio operacional em massa numa zona de combate de clima extremo tal como aconteceu, durante os onze anos de actuação dos Comandos no antigo Ultramar Português.

A morte de instruendos num curso de uma unidade de forças especiais é uma constante seja em que unidade for. A título de exemplo verifique-se que nos SEALS americanos, de há anos para cá o número de mortes na instrução excede o número de caídos em combate.

É claro que os amanuenses seropositivos mentais, que, de há muito orquestram esta campanha, sabem que um treino duro é requisito essencial para uma força operacional de sucesso. O que está em causa é, para além do já acima afirmado, o ódio a uma unidade militar, que quaisquer que sejam as suas vicissitudes no pós 25 de Abril, representa um tipo humano viril, disciplinado e belicoso, situado nos antípodas do rebanho “tuga”, invertebrado e castrado, parido pelo regime abrileiro. Não se perdoa aos Comandos a sua dureza em combate durante o conflito ultramarino em nítido contraste com a actuação dos marçanos fardados e agaloados que viriam a constituir o chamado MFA. Também não se perdoa aos homens da boina vermelha o facto de terem quebrado os dentes à esquerdalha folclórica do 25 de Novembro. Tudo isto gerou nos invertebrados de esquerda e de direita um ódio patológico à instituição Comando.

E é, pelas razões obviamente opostas (culto com sentido e consciente de uma disciplina espartana e de um corpo são aliado a uma mente sã), que os Nacionalistas dignos desse nome devem apoiar incondicionalmente a existência dos Comandos aliada a uma selecção e a uma instrução cada vez mais rigorosas que tornem os actuais Comandos dignos herdeiros dos seus antepassados no Ultramar. Apoiar os Comandos é perpetuar a tradição marcial do Povo Português, é um combate identitário por excelência.