TRÊS GRANDES LINHAS ORIENTADORAS

TRÊS GRANDES LINHAS ORIENTADORAS

NAÇÃO

Portugal já era, mesmo antes de D. Afonso Henriques, uma Comunidade com comuns características etnoculturais. A uma identidade diferenciada existente no Ocidente da Península Ibérica juntou-se a vontade de poder incarnada na força e no génio do nosso primeiro monarca, constituindo assim a Nação Portuguesa.
Unido pela sua comum idiossincrasia, visão do mundo e vontade de partilha de um destino comum, o nosso Povo atingiu os mais altos cumes na História da Humanidade.
A participação e defesa intransigente deste precioso legado e a sua transmissão às gerações futuras, é a mais alta missão a que podemos aspirar. Somos, portanto, Nacionalistas.

REVOLUÇÃO

Num mundo que chegou a níveis inimagináveis de dissolução e de materialismo, queremos uma Revolução. Esta Revolução não pode ser entendida no sentido clássico de mudança abrupta de uma forma de governo, mas sim no sentido de Revolução Total.
A Revolução Total é a completa renovação de todos os aspectos da vida e da sociedade. Revolução das mentalidades, da cultura, da economia e, finalmente, da forma de governo.
A luta pela Revolução Total é o caminho a que nos propomos. Somos, portanto, Revolucionários.

SOCIALISMO

O Socialismo é a convicção ética de que o bem do Povo, a sobrevivência da Comunidade Popular, é prioritário perante os interesses particulares e os desejos de qualquer grupo.
Muito para além de uma simples teoria económica, tal como é entendido actualmente, o Socialismo deve adoptar as medidas necessárias que conduzam o nosso Povo a um maior nível de qualidade humana, tanto física como ética, como espiritual e uma formação pessoal e cultural superior.
Subordinamos, pois, a economia à política. Somos, portanto, Socialistas.

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Ligações

A seguir apresentamos ligações a alguns movimentos e organizações que, concordando ou não com as suas propostas e/ou acções, consideramos de interesse:

ESPANHA:

Devenir Europeo

Hogar Social Madrid

Movimiento Social Republicano

FRANÇA:

Groupe Union Défense

Mouvement d’Action Sociale

Terre et Peuple

GRÉCIA:

Aurora Dourada

ITÁLIA:

Comunità Politica di Avanguardia

Casa Pound

Forza Nuova

SÍRIA:

Partido Social Nacionalista Sírio

Política de Saúde

POLÍTICA DE SAÚDE

A Organização Mundial de Saúde define a saúde como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções e enfermidades”.
A saúde é, portanto, um valor colectivo, um bem de todos, devendo cada um gozá-la individualmente, sem prejuízo de outrem e, solidariamente, com todos.
A Saúde como base de toda uma Vida profícua, realizadora do ponto de vista individual e colectiva, espelho de uma sociedade saudável tem que ser a base de toda uma política que tenha como objectivo o supremo bem do povo português.
Para uma sociedade saudável terá de haver uma política coordenada nas áreas da saúde, escolar, desportiva, informativa, alimentar, económica e justiça, por exemplo.
Saúde representa, por isto, também um bem-estar social, o qual depende das condições socio-económicas, da distribuição da riqueza circulante, da oportunidade que se ofereça ao indivíduo para que tome parte no esforço organizado da comunidade. A “saúde social” é mais colectiva que individual. Onde houver miséria, fome, desemprego e ignorância, onde for desumana a competição da luta pela vida, onde houver divisões artificiais provocadas, onde o desenvolvimento e a economia não oferecerem oportunidades a todos, não poderá haver saúde física e mental. A área da saúde não é uma área estanque, tendo que fazer parte de uma nova organização política global e total. Por tudo isto o MSN propõe:

– A existência de um Sistema Nacional de Saúde, público e de qualidade.

– O Ministério da Saúde, coordenado com os restantes ministérios terá de investir convictamente na medicina preventiva para reduzir o peso da medicina curativa.

– A medicina tem um papel importante a desempenhar na política de apoio à natalidade indígena e na defesa da Vida em todas as suas vertentes; o aborto deve ser combatido através de esclarecimento adequado mas também de apoio do Estado à mulher, à criança e à família.

– Numa lógica de evitar o desperdício terá de haver um rigoroso planeamento de forma a que as faculdades formem com qualidade o número adequado de profissionais, evitando o excesso de oferta e desemprego correspondente que apenas beneficia o grande capital que entra no domínio da saúde para ganhar muito dinheiro, à custa dos doentes e também do Estado; desta forma a falta de profissionais é igualmente evitada.

– Não deve ser permitida a existência de grandes unidades de saúde privadas ao invés da medicina privada de proximidade que deve ser apoiada.

– Evitar a existência de ensino superior médico e para-médico privados. A saúde generalizada, de qualidade, não é consentânea com a pura lógica de mercado, isto é, com políticas liberais ou neo-liberais.

– O acesso ao serviço deverá ser predominantemente gratuito, não diferenciando as diversas condições sócio-económicas. Quem tem mais dinheiro também deverá ter pago mais impostos. Quando se refere predominantemente gratuito e não apenas gratuito, é para salvaguardar situações de excepção como, por exemplo, a penalização do acesso às urgências hospitalares por patologias sem gravidade ou, o não pagamento de despesas com patologias respiratórias ou oncológicas em doentes fumadores, renitentes ao tratamento do vício.

– Deverá para tal ser implementada uma ampla rede de unidades de cuidados de saúde primários, espalhadas por todo o país de forma uniforme, de maneira que todos tenham o seu médico de família e, ninguém possa ser discriminado pelo facto de viver no interior. Estes cuidados não podem obedecer obrigatoriamente a critérios economicistas; a relação médico-doente é afectada quando esses critérios impõem tempos de consulta inviáveis para uma práctica que vise a qualidade do serviço (os doentes não são números, mas pessoas debilitadas a requerer tratamento cuidado e humanidade).
Os médicos que optem por escolher trabalhar nessas zonas deverão ter um aliciante subsídio que complemente o seu salário.

– O incentivo à investigação neste sector deverá merecer grande atenção.

– A prescrição obrigatória de medicamentos genéricos onde estejam disponíveis.

– A promoção de terapias naturais: chegamos a um ponto em que muitos médicos se limitam a receitar medicamentos e que as pessoas os tomem sem qualquer necessidade real (existindo também muitos casos de auto-medicação). Muito por culpa do lóbi farmacêutico que sabe que tem mais a ganhar com a venda de medicamentos do que com a cura da doença. Sabemos que as terapias naturais melhoram e elevam a saúde da pessoa, pois estão ligadas à nossa fonte primordial da vida: a Natureza. Daí a sua prioridade nos tratamentos das mais diversas doenças.

– A obrigatoriedade de prestação de serviço no Sistema Nacional de Saúde, durante um período de tempo a determinar, a todos os profissionais de saúde formados no ensino público, custeados, portanto, pelos impostos pagos pelo Povo.

– Prioridade aos médicos portugueses: No serviço público os médicos portugueses terão prioridade sobre médicos estrangeiros na contratação de efectivos.

Política Ambiental

POLÍTICA AMBIENTAL

Consideramos o nosso meio ambiente como um templo. Um templo sagrado para cuidarmos como se fosse a nossa própria casa. Esta casa foi-nos legada pelos nossos antepassados em bom estado e deverá ser assim transmitida às gerações futuras. Infelizmente não é o que está acontecer. O nosso território tornou-se num mercado onde quem manda é quem tem dinheiro e faz o uso e abuso dele como bem entender. Por isso propomos:

– Impor efectivamente a proibição da construção desregrada que atenta contra o meio-ambiente.

– Proteger a paisagem como património arquitectónico: Impedir que as novas construções ou obras de renovação de fachadas não respeitem a identidade da sua cidade.

– A limpeza das florestas com meios do Estado em articulação com os meios privados.

– Punir com penas pesadas os crimes contra o meio-ambiente: Quem provoca incêndios, entidades individuais/colectivas que poluem o mar, ruas e florestas com tóxicos, vidro e plástico.

– Usar meios humanos e técnicos nacionais para o combate aos incêndios: Sapadores e bombeiros nacionais ao serviço da nação e não o recurso a empresas privadas.

– Apoiar e especializar os bombeiros voluntários com condições dignas (salários, roupas especiais, apoios às suas famílias em caso de morte). Criação de um fundo destinado a financiar todos os bombeiros voluntários que frequentem cursos de especialização durante o seu horário laboral.

– Proteger a nossa fauna: Respeitar o meio-ambiente de cada animal característico, disperso por cada região, e tomar medidas de aumento da natalidade das espécies ameaçadas. Limite de caça e pesca para protecção das espécies.

– Proteger a nossa flora: Impedir a plantação e comercialização de espécies invasoras que destroem a nossa vegetação e eliminar as que já se encontram plantadas, nomeadamente: Eucaliptos, Mimosas e Austrálias. A excepção a esta regra será a plantação de eucaliptos em sistema rotativo em zonas pantanosas.

– O incentivo, através de subsídios e de facilidades fiscais, ao plantio de espécies nobres de crescimento lento.

– Aumento do número de guardas florestais e a reactivação das casas de guardas nas nossas florestas.

Política Externa

POLÍTICA EXTERNA

Num mundo cada vez mais globalizado, com os povos cada vez mais submetidos ao poder do dinheiro e as constantes interferências nos assuntos internos de cada país, eufemisticamente chamadas de “intervenções humanitárias”, por parte dos grandes poderes militares subordinados ao capitalismo internacional, a tarefa primordial da política externa do futuro Estado Nacionalista é a de assegurar o mais alto grau possível de Independência Nacional.

– As organizações internacionais em que Portugal está inserido, não servem os interesses nacionais, pelo que advogamos a saída da OTAN e a dissolução da União Europeia.

– Conscientes que, na era em que vivemos, nenhuma nação pode subsistir fechada sobre si própria, propugnamos a substituição da UE por uma Aliança Europeia de Nações Livres. Devido às afinidades civilizacionais e culturais, a Europa é o espaço natural de projecção da Nação Portuguesa.

– Nesta Aliança serão respeitadas as diferentes nacionalidades que constituem a grande Família Europeia, a cada povo será garantido o seu próprio espaço vital e o direito ao auto governo dos seus assuntos internos. Caberá à Aliança Europeia a gestão de todos os assuntos que afectem a totalidade da Europa e a sua defesa perante as ameaças externas.

– Portugal, passada que foi a gesta gloriosa de conquista e descobrimento dos Séculos XV e XVI manterá, no entanto, uma relação especial com os países que civilizou no passado e construirá a ponte que permitirá o estabelecimento de relações amigáveis e de colaboração entre esses países e a Aliança Europeia.

– Para assegurar a nossa sobrevivência e enfrentar as novas ameaças surgidas em finais do Século XX, para além da já antiga ameaça do imperialismo americano-sionista, defendemos uma política de alianças com os regimes nacionalistas e socialistas laicos do mundo Árabe e com os estados não-alinhados. Esta política tem a dupla vantagem da luta comum contra os inimigos comuns e de facilitar o acesso a recursos naturais que não existem na Europa.

Política de Defesa

POLÍTICA DE DEFESA

Um dos atributos de uma Nação verdadeiramente independente é a existência de forças armadas próprias, que são um instrumento imprescindível na política externa de um Estado além de poderem desempenhar missões humanitárias e de apoio logístico, tanto a nível interno como a nível externo. Por tudo isto queremos a existência de forças armadas modernas, bem armadas, bem equipadas, bem pagas e imbuídas de sentido de dever e de patriotismo.
Assim propomos:

– O estabelecimento do serviço militar obrigatório. Todos os portugueses receberão formação militar básica, sendo a especialidade providenciada através de serviço selectivo. O serviço militar voltará a ser uma escola de virtudes e de educação cívica tal como foi no passado.

– Após a passagem à reserva todos os cidadãos conservarão a arma de serviço e o respectivo equipamento sendo chamados regularmente para treinos de requalificação. Adoptaremos, portanto, aquele que é popularmente conhecido como “sistema suíço”.

– O reequipamento do Exército com meios modernos a ter lugar em três fases:
1) A curto prazo a requalificação da infantaria em unidades ligeiras dotadas de equipamento moderno, arma pessoal moderna e totalmente renovada e de meios antitanque e antiaéreos móveis.
2) A médio prazo a requalificação da artilharia e da cavalaria através da aquisição de armamento moderno e das respectivas reservas de peças de reposição, que permitam elevar a já existente Brigada Mecanizada Independente a um real estatuto operacional, e no futuro levar à constituição de mais brigadas.
3) A longo prazo a total renovação da Marinha e da Força Aérea, de modo que seja permitido, à Marinha, a fiscalização e efectiva defesa das nossas águas territoriais e da nossa Zona Económica Exclusiva e a projecção de forças em qualquer parte do mundo onde estejam em risco as vidas de portugueses; à Força Aérea assegurar uma efectiva defesa do espaço aéreo nacional e a supremacia aérea sobre o campo de batalha.

– As unidades especiais, devido à natureza específica das suas missões e dos elementos que as compõem, terão direito a remuneração acima da média, subsídio de deslocação para os respectivos aquartelamentos e áreas de treino, este último extensivo às respectivas famílias directas.

– Uma real oportunidade de progressão na carreira militar, para cabos, sargentos e em especial para o posto de praça, que permita a constituição de um quadro de militares experientes e qualificados, verdadeira espinha dorsal de um exército.

– A reactivação das antigas unidades militares destruídas pelos sucessivos governos das últimas décadas, através de uma extenso programa de reocupação e requalificação dos quartéis abandonados.

– A reactivação das antigas fábricas de armamento e de equipamento militar, que no passado tantas peças de excelência produziram para as nossas Forças Armadas e para exércitos estrangeiros. Esta medida terá a dupla vantagem de gerar mais empregos em Portugal e de tornar a aquisição de equipamento menos dispendiosa ao erário público. Em articulação com estas medidas o Estado irá apoiar a investigação e o desenvolvimento de novo e moderno armamento e outros equipamentos para fins militares.