Início das actividades de propaganda

 

O MSN deu início às suas actividades de difusão de propaganda com a distribuição de centenas de exemplares do nosso primeiro panfleto, na Cidade do Porto.

Seguir-se-ão muitas mais acções de propaganda a curto e médio prazo.

 

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Política Financeira e Económica

POLÍTICA FINANCEIRA E ECONÓMICA

O Movimento Social Nacionalista tem como grande convicção, o Socialismo, não no sentido Marxista de teoria puramente económica como é normalmente associado, mas como a prioridade dos interesses e bem comuns da comunidade, em relação aos particulares / individuais. A economia deve sempre respeitar este principio. Por consequência, a economia deve estar sempre subordinada à política, pois a soberania é um valor essencial num Estado Nacionalista, e estando a economia acima da política, uma infeliz realidade nos nossos dias, essa soberania depressa desaparecerá e o país ficará à mercê do dinheiro estrangeiro, dos lobbies nacionais e mundiais, e da banca internacional, que têm objectivos materialistas, internacionalistas e monetários que muito contrastam com o bem comum nacional e a definição de um Estado verdadeiramente independente. Logo não vemos a Economia como um fim, mas sim como um meio da nossa Comunidade atingir um nível de bem-estar económico e a auto-suficiência. Por isso propomos:

– Enquanto a emissão da moeda adoptada por Portugal for efectuada por uma obscura entidade estrangeira, o nosso país nunca será verdadeiramente independente, estaremos sempre dependentes da banca internacional para nos financiarmos.
É de salientar, que o nosso país, tal como todos na zona Euro, estão proibidos de se auto-financiar, de emitir dinheiro. Logo terão obrigatoriamente de se financiar por privados que colaboram com o Banco Central Europeu.
Este financiamento envolve um juro obrigatório, juro responsável pelo grande endividamento externo do país, que actualmente atinge níveis ridiculamente altos. O pagamento destes juros abarca uma parte substancial do Orçamento do Estado, que poderia ser utilizado noutros sectores mais importantes para a vida nacional.
Devido à pressão que essas entidades privadas e europeias efectuam sobre os nossos governos, o dinheiro dos contribuintes, será usado prioritariamente, não para os sectores públicos, tais como a Saúde, a Educação e os Serviços Sociais, mas para o pagamento obrigatório de juros. A longo prazo, só se agravará a falta de dinheiro para os Serviços do Estado, devido à constante subida no pagamento destes juros, um sistema que nos foi imposto pela UE. Isto mostra quais são as prioridades dos governantes dos últimos anos. Sendo assim, defendemos a saída imediata da Zona Euro, de modo a adquirirmos independência económica, essencial num Estado verdadeiramente soberano. É por isso fundamental a emissão da moeda própria pelo Banco de Portugal, Banco este incondicionalmente subordinado ao Estado.

– A criação de um Banco Nacional que conceda empréstimos preferenciais sem juros usurários.

– A renacionalização de sectores essenciais à sobrevivência da Nação, tais como a produção e distribuição de energia e de água, transportes ferroviários e aéreos (TAP), e outros, pois a privatização destes será prejudicial à soberania nacional e à vida dos cidadãos, se forem usados como meio de pressão política.

– A redução de taxas sobre o pequeno comércio tradicional e a aplicação de uma sobretaxa aos grandes grupos comerciais, de modo a equilibrar as transacções a favor dos pequenos comerciantes, cada vez mais asfixiados pela crise económica e pela proliferação de grandes superfícies comerciais.

– A imediata abolição do Imposto Municipal sobre Imóveis )IMI), verdadeiro atentado ao direito básico à habitação, consagrado na Constituição da República.

– Defendemos a revisão da autoridade da concorrência, de modo a esta poder ter um papel activo regulador, que zele pelo bem comum, e possa agir correctamente perante monopólios económicos. Tal como no sector dos combustíveis, em que estes, através da manipulação dos mercados, prejudicam o cidadão comum em prol de maiores lucros.

– O futuro Estado Nacionalista irá reconhecer e proteger o direito à pequena e média propriedade privada desde que acompanhado pelo princípio da responsabilidade social, ou seja, o investimento não se destina apenas à obtenção de lucros, mas também à criação de riqueza e à geração de empregos. Reconhecemos a Lei das Sesmarias, promulgada por D. Fernando I no século XIV, como um dos melhores exemplos desta política.

– Dentro desta política, a luta contra a usura e a especulação, terá um lugar de relevo. O Estado não admitirá outros ganhos ou lucros para além daqueles obtidos honestamente através do trabalho.

– Com o verdadeiro Socialismo, o Estado, ou seja a Comunidade politicamente organizada, tem a obrigação de proteger todos os cidadãos honestos e cumpridores na doença, no desemprego e na velhice. É absolutamente inaceitável que os cidadãos sejam abandonados à sua sorte e se tornem vítimas indefesas dos predadores usurários da finança apátrida enquanto as piores camadas da nossa população gozam de subsídios e protecção sem nada fazerem em prol da Comunidade.

– A manutenção de reservas de ouro no tesouro nacional equivalente a 20% do total em depósito.

QUEM SOMOS, O QUEREMOS

QUEM SOMOS, O QUEREMOS

O M.S.N. é fruto de um grupo de veteranos militantes nacionalistas, convencidos da necessidade imperiosa de um novo rumo para o Nacionalismo Português. Com membros de todas as idades e provenientes de quase todos os extractos sociais, partilhamos, no entanto, uma comum concepção do mundo baseada nos valores perenes do Povo e da Pátria.
Não somos um novo partido nem aspiramos a sê-lo. Contrariamente a muitos, não renegamos o passado, sabemos de onde vimos e fazemos nosso aquele velho aforismo que proclama: “tudo o que é repousa sobre tudo o que foi”. Esta posição não implica um imobilismo nostálgico do passado, é antes uma plataforma a partir da qual nos lançamos para a conquista do futuro. Sempre atentos aos acontecimentos actuais e ao permanente girar da Roda do Tempo, participamos nas lutas da nossa época e propomos soluções adequadas aos nossos dias.
A nossa luta trava-se em várias frentes: actividades de propaganda destinadas a divulgar a existência e as propostas do M.S.N., acções sociais de ajuda aos elementos mais sãos do nosso Povo votado ao abandono, a formação política e cultural dos nossos militantes e a realização de actividades em contacto com a Natureza (caminhadas, acampamentos, etc).
Com o resto da denominada “área nacionalista” esperamos uma relação de respeito mútuo e reciprocidade. Consideramos lamentáveis, tanto os ódios e os conflitos desnecessários, como as infrutíferas tentativas de convergência que terminam, invariavelmente, mal. Seguiremos o nosso caminho sem interferir no trabalho de outros, dos outros esperamos o mesmo respeito.
Lutamos por Portugal e pela Europa, seguindo o exemplo daqueles que vieram antes de nós, e numa época particularmente difícil, com uma fé inquebrantável na nossa concepção do mundo e com a consciência de estarmos a dar o melhor de nós próprios em prol do nosso Povo, avançamos em direcção ao futuro!