EM DEFESA DOS COMANDOS

comandos

A recente morte de dois instruendos no curso de Comandos relançou, uma vez mais, a campanha de ódio contra esta prestigiosa unidade de elite por parte de sectores (nem todos forçosamente de esquerda) apostados na destruição ou neutralização de todo e qualquer baluarte das virtudes tradicionais do nosso Povo.

Diga-se em abono da verdade que esta campanha já dura há longos anos, mais concretamente desde o início da década de 80 quando começou a tentativa de neutralização, através da “americanização” da instrução, eliminando os aspectos mais duros da mesma, herdeiros do conceito de anti-guerrilha do Ultramar, bem como através do afastamento, por vezes compulsivo, dos quadros Comandos que tinham feito a guerra do Ultramar. Como se sabe essa campanha teve sucesso na década de 90 levando à extinção durante alguns anos do Regimento de Comandos.

Como é óbvio, a morte destes instruendos é lamentável e seria evitável através de exames médicos mais rigorosos e do levantamento da fasquia em matéria de requisitos psico-físicos para o acesso ao curso de Comandos. A óbvia falha destes dois requisitos, bem como uma notória baixa de qualidade no material humano que concorre ao curso de Comandos, fruto do amolecimento generalizado provocado por uma sociedade consumista e desvirilizada levam a situações destas. No entanto, temos que enquadrar no seu devido contexto a morte desses instruendos. Uma unidade de forças especiais, sejam os Comandos, a Legião Estrangeira, os SAS ou as Spetznaz, implica uma instrução duríssima que torna o futuro combatente de elite perfeitamente apto a operar em qualquer tipo de terreno ou clima contra qualquer tipo de adversário. Baixar o grau de exigência de uma tal instrução sob o pretexto, perfeitamente imbecil, tal como foi invocado no caso dos Comandos, de não exposição a condições climatéricas adversas equivale a um suicídio operacional em massa numa zona de combate de clima extremo tal como aconteceu, durante os onze anos de actuação dos Comandos no antigo Ultramar Português.

A morte de instruendos num curso de uma unidade de forças especiais é uma constante seja em que unidade for. A título de exemplo verifique-se que nos SEALS americanos, de há anos para cá o número de mortes na instrução excede o número de caídos em combate.

É claro que os amanuenses seropositivos mentais, que, de há muito orquestram esta campanha, sabem que um treino duro é requisito essencial para uma força operacional de sucesso. O que está em causa é, para além do já acima afirmado, o ódio a uma unidade militar, que quaisquer que sejam as suas vicissitudes no pós 25 de Abril, representa um tipo humano viril, disciplinado e belicoso, situado nos antípodas do rebanho “tuga”, invertebrado e castrado, parido pelo regime abrileiro. Não se perdoa aos Comandos a sua dureza em combate durante o conflito ultramarino em nítido contraste com a actuação dos marçanos fardados e agaloados que viriam a constituir o chamado MFA. Também não se perdoa aos homens da boina vermelha o facto de terem quebrado os dentes à esquerdalha folclórica do 25 de Novembro. Tudo isto gerou nos invertebrados de esquerda e de direita um ódio patológico à instituição Comando.

E é, pelas razões obviamente opostas (culto com sentido e consciente de uma disciplina espartana e de um corpo são aliado a uma mente sã), que os Nacionalistas dignos desse nome devem apoiar incondicionalmente a existência dos Comandos aliada a uma selecção e a uma instrução cada vez mais rigorosas que tornem os actuais Comandos dignos herdeiros dos seus antepassados no Ultramar. Apoiar os Comandos é perpetuar a tradição marcial do Povo Português, é um combate identitário por excelência.

 

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COM OS BOMBEIROS PORTUGUESES!!!

Pela enésima vez, o desastre estival repete-se! A nossa mancha florestal, assassinada pela incompetência criminosa dos políticos e pela acção incendiária de homens de mão que, directa ou indirectamente, servem os grandes interesses ligados ao negócio dos incêndios desaparece a um ritmo alucinante.

A acompanhar este espectáculo dantesco que compromete o nosso futuro e o dos nossos filhos vem o inevitável cortejo de vidas perdidas, propriedades destruídas e outros prejuízos incalculáveis.

Na primeira linha desse combate estão, abandonados por um Estado que não é pessoa de bem, os Bombeiros Portugueses. Não há palavras que descrevam o sacrifício diário destes Homens e Mulheres, a exaustão que se abate sobre eles, o risco de morte que a cada minuto os ronda! Os Bombeiros Portugueses demonstram diariamente as virtudes Portuguesas de abnegação e tenacidade e, são por isso, merecedores da nossa admiração e, mais do que isso, do nosso incondicional apoio!

O MSN, fiel ao seu compromisso de servir a Pátria e o Povo, procura da forma possível, tendo em conta os seus modestos recursos, apoiar de forma concreta o esforço dos nossos Bombeiros. Por isso, continuará a entregar os donativos necessários nos quartéis de Bombeiros que, na área do Grande Porto se têm destacado na luta a este flagelo

O MSN propõe também:

– A limpeza das florestas com meios do Estado em articulação com os meios privados.

– Punir com penas pesadas os crimes contra o meio-ambiente: Quem provoca incêndios, entidades individuais/colectivas que poluem o mar, ruas e florestas com tóxicos, vidro e plástico.

– Usar meios humanos e técnicos nacionais para o combate aos incêndios: Sapadores e bombeiros nacionais ao serviço da nação e não o recurso a empresas privadas.

– Apoiar e especializar os bombeiros voluntários com condições dignas (salários, roupas especiais, apoios às suas famílias em caso de morte). Criação de um fundo destinado a financiar todos os bombeiros voluntários que frequentem cursos de especialização durante o seu horário laboral.

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ACERCA DO REFERENDO BRITÂNICO

O M.S.N. saúda o Povo Britânico pela sua corajosa tomada de posição no referendo sobre a saída do Reino Unido da União Europeia. De facto, mesmo enfrentando uma campanha contrária que previa cenários calamitosos e que assumiu os contornos de uma verdadeira lavagem cerebral, os britânicos não se deixaram intimidar e decidiram retomar o seu destino nas suas próprias mãos.

Na sequência deste resultado, noutros países da EU erguem-se agora vozes que também reclamam a realização de referendos. Obviamente o M.S.N. exige também para Portugal a realização de um referendo que permita ao Povo Português aquilo que, em 30 anos de integração, dita, europeia, sempre lhe foi negado: pronunciar-se acerca do destino da Nação.

Tal como o expressamos no nosso programa, estamos conscientes que, no mundo actual, nenhuma nação pode subsistir fechada sobre si própria. Esta constatação não implica a cedência da nossa soberania nacional nem a constante interferência nos assuntos internos dos diferentes povos europeus por parte de uns poucos capatazes ao serviço da grande finança internacional. O facto de que as Nações Europeias necessitam de se unir para enfrentarem em conjunto as ameaças que se perfilam no horizonte, não é uma carta-branca para subordinarem todo um continente à exploração capitalista, eufemisticamente chamada de “economia de mercado”!

Exigimos, de uma vez por todas, a dissolução destes Estados Unidos da Europa capitalista e, no seu lugar, a constituição de uma Aliança Europeia de Nações Livres que garanta a defesa da Europa das ameaças globais sem interferir nos assuntos internos dos seus países membros. Esta cláusula de não interferência será a garantia da unidade e da prosperidade da Europa.

Abre-se agora um novo capítulo na Luta de Libertação Nacional e Europeia, cabe agora aos Nacionalistas Portugueses a abertura de novas frentes de luta até à libertação final de Portugal e da Europa Ocidental.

 

VIVA PORTUGAL!

VIVA A EUROPA!