WALTER VENTURA, PRESENTE!

Faleceu o incansável Militante Nacionalista Walter Ventura.
Durante a década de 60 combate em Angola como Comando, regressado à Metrópole faz parte da oposição ao regime marcelista e às suas políticas de liberalização e abandono do Ultramar Português. Após o 25 de Abril é preso por três vezes entre 1974 e 1976, sempre sem acusação e sem culpa formada. Depois da sua libertação esteve ligado a diversas organizações Nacionalistas, ocupando também cargos na Emissora Nacional e no jornal O Diabo.
Todos os que o conheceram pessoalmente recordam a sua presença nas comemorações da Revolução Nacional de 28 de Maio, a sua verticalidade e a sua intransigência perante o regime actual e as suas políticas de traição.

WALTER VENTURA, PRESENTE!

Walter Ventura 2

 

QUEM SOMOS, O QUEREMOS

QUEM SOMOS, O QUEREMOS

O M.S.N. é fruto de um grupo de veteranos militantes nacionalistas, convencidos da necessidade imperiosa de um novo rumo para o Nacionalismo Português. Com membros de todas as idades e provenientes de quase todos os extractos sociais, partilhamos, no entanto, uma comum concepção do mundo baseada nos valores perenes do Povo e da Pátria.
Não somos um novo partido nem aspiramos a sê-lo. Contrariamente a muitos, não renegamos o passado, sabemos de onde vimos e fazemos nosso aquele velho aforismo que proclama: “tudo o que é repousa sobre tudo o que foi”. Esta posição não implica um imobilismo nostálgico do passado, é antes uma plataforma a partir da qual nos lançamos para a conquista do futuro. Sempre atentos aos acontecimentos actuais e ao permanente girar da Roda do Tempo, participamos nas lutas da nossa época e propomos soluções adequadas aos nossos dias.
A nossa luta trava-se em várias frentes: actividades de propaganda destinadas a divulgar a existência e as propostas do M.S.N., acções sociais de ajuda aos elementos mais sãos do nosso Povo votado ao abandono, a formação política e cultural dos nossos militantes e a realização de actividades em contacto com a Natureza (caminhadas, acampamentos, etc).
Com o resto da denominada “área nacionalista” esperamos uma relação de respeito mútuo e reciprocidade. Consideramos lamentáveis, tanto os ódios e os conflitos desnecessários, como as infrutíferas tentativas de convergência que terminam, invariavelmente, mal. Seguiremos o nosso caminho sem interferir no trabalho de outros, dos outros esperamos o mesmo respeito.
Lutamos por Portugal e pela Europa, seguindo o exemplo daqueles que vieram antes de nós, e numa época particularmente difícil, com uma fé inquebrantável na nossa concepção do mundo e com a consciência de estarmos a dar o melhor de nós próprios em prol do nosso Povo, avançamos em direcção ao futuro!