Política Cultural

POLÍTICA CULTURAL

Todos os povos geram uma cultura própria, reflexo das suas idiossincrasias. Na actualidade, aqueles que se reclamam do multiculturalismo querem apenas a destruição de todas as culturas reduzindo-as à amálgama informe da ideologia do mercado e do consumo. A conservação do insubstituível legado cultural que nos foi deixado pelos nossos antepassados é um dos nossos objectivos primordiais.

Por isso propomos:

– A defesa e promoção da cultura Nacional e Europeia. Consequentemente a literatura, a música, a pintura, a escultura e outras artes, serão incentivadas pelo Estado que terá a obrigação de garantir a todos os seus cidadãos, independentemente do seu nível socioeconómico, o acesso às manifestações culturais do nosso Povo. Da mesma forma terá o Estado a obrigação de se opor à promoção e manifestação das tendências decadentes e anti-naturais de uma boa parte da arte moderna.

– O estabelecimento de quotas mínimas obrigatórias, nos canais televisivos e estações de rádio, para as produções musicais e audiovisuais portuguesas.

– A transformação efectiva da RTP 2 num canal puramente cultural, afastado da lógica comercial, vocacionado para a exibição e produção de todas as formas artísticas ligadas ao domínio do audiovisual.

– Impõe-se no domínio da produção audiovisual uma revisão da política de subsídios que actualmente, é claramente influenciada pelos lóbis que actuam no sector. Sendo assim ela deverá ser orientada em duas direcções: por um lado, o investimento em produções audiovisuais (cinema e música) que reflictam referências identitárias elementares dirigidas a um público mais alargado e, por outro lado, a criação de uma produção audiovisual mais complexa destinada a um público mais exigente e mais formada intelectualmente.

– A atribuição dos fundos necessários para que a rede museológica nacional possa conservar e tornar acessível aos Portugueses todo o património que alberga.

– Apoio às associações e indivíduos que na área etnográfica se dedicam à recolha e estudo de todas as tradições da cultura popular.

– Defesa e implementação das sãs tradições populares que reflictam tradições marciais/viris do nosso Povo: jogo do pau, largadas de touros, etc, etc.

– A imediata e incondicional revogação do Acordo Ortográfico de 1990, verdadeiro acto de neocolonialismo cultural que atenta contra a nossa soberania.

– O MSN reconhece a liberdade religiosa pois considera a espiritualidade como algo próprio do Ser Humano. Todas as confissões religiosas terão o direito de liberdade de propaganda e de culto desde que assumam o compromisso de não atentarem contra os fundamentos do Estado Nacionalista e de não se imiscuírem na esfera política.

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COM OS BOMBEIROS PORTUGUESES!!!

Pela enésima vez, o desastre estival repete-se! A nossa mancha florestal, assassinada pela incompetência criminosa dos políticos e pela acção incendiária de homens de mão que, directa ou indirectamente, servem os grandes interesses ligados ao negócio dos incêndios desaparece a um ritmo alucinante.

A acompanhar este espectáculo dantesco que compromete o nosso futuro e o dos nossos filhos vem o inevitável cortejo de vidas perdidas, propriedades destruídas e outros prejuízos incalculáveis.

Na primeira linha desse combate estão, abandonados por um Estado que não é pessoa de bem, os Bombeiros Portugueses. Não há palavras que descrevam o sacrifício diário destes Homens e Mulheres, a exaustão que se abate sobre eles, o risco de morte que a cada minuto os ronda! Os Bombeiros Portugueses demonstram diariamente as virtudes Portuguesas de abnegação e tenacidade e, são por isso, merecedores da nossa admiração e, mais do que isso, do nosso incondicional apoio!

O MSN, fiel ao seu compromisso de servir a Pátria e o Povo, procura da forma possível, tendo em conta os seus modestos recursos, apoiar de forma concreta o esforço dos nossos Bombeiros. Por isso, continuará a entregar os donativos necessários nos quartéis de Bombeiros que, na área do Grande Porto se têm destacado na luta a este flagelo

O MSN propõe também:

– A limpeza das florestas com meios do Estado em articulação com os meios privados.

– Punir com penas pesadas os crimes contra o meio-ambiente: Quem provoca incêndios, entidades individuais/colectivas que poluem o mar, ruas e florestas com tóxicos, vidro e plástico.

– Usar meios humanos e técnicos nacionais para o combate aos incêndios: Sapadores e bombeiros nacionais ao serviço da nação e não o recurso a empresas privadas.

– Apoiar e especializar os bombeiros voluntários com condições dignas (salários, roupas especiais, apoios às suas famílias em caso de morte). Criação de um fundo destinado a financiar todos os bombeiros voluntários que frequentem cursos de especialização durante o seu horário laboral.

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ACERCA DO REFERENDO BRITÂNICO

O M.S.N. saúda o Povo Britânico pela sua corajosa tomada de posição no referendo sobre a saída do Reino Unido da União Europeia. De facto, mesmo enfrentando uma campanha contrária que previa cenários calamitosos e que assumiu os contornos de uma verdadeira lavagem cerebral, os britânicos não se deixaram intimidar e decidiram retomar o seu destino nas suas próprias mãos.

Na sequência deste resultado, noutros países da EU erguem-se agora vozes que também reclamam a realização de referendos. Obviamente o M.S.N. exige também para Portugal a realização de um referendo que permita ao Povo Português aquilo que, em 30 anos de integração, dita, europeia, sempre lhe foi negado: pronunciar-se acerca do destino da Nação.

Tal como o expressamos no nosso programa, estamos conscientes que, no mundo actual, nenhuma nação pode subsistir fechada sobre si própria. Esta constatação não implica a cedência da nossa soberania nacional nem a constante interferência nos assuntos internos dos diferentes povos europeus por parte de uns poucos capatazes ao serviço da grande finança internacional. O facto de que as Nações Europeias necessitam de se unir para enfrentarem em conjunto as ameaças que se perfilam no horizonte, não é uma carta-branca para subordinarem todo um continente à exploração capitalista, eufemisticamente chamada de “economia de mercado”!

Exigimos, de uma vez por todas, a dissolução destes Estados Unidos da Europa capitalista e, no seu lugar, a constituição de uma Aliança Europeia de Nações Livres que garanta a defesa da Europa das ameaças globais sem interferir nos assuntos internos dos seus países membros. Esta cláusula de não interferência será a garantia da unidade e da prosperidade da Europa.

Abre-se agora um novo capítulo na Luta de Libertação Nacional e Europeia, cabe agora aos Nacionalistas Portugueses a abertura de novas frentes de luta até à libertação final de Portugal e da Europa Ocidental.

 

VIVA PORTUGAL!

VIVA A EUROPA!

Celebração do Dia de Portugal

No passado dia 10 de Junho, o MSN celebrou o Dia de Portugal, em conjunto com outros Nacionalistas, na Cidade do Porto. Cerca das 11h os Nacionalistas concentraram-se na zona da Sé e depuseram duas coroas de flores aos pés da estátua de Vimara Peres homenageando assim os Heróis caídos em defesa da Pátria.
Seguidamente um Militante do MSN proferiu uma curta alocução alusiva à data.
A celebração terminou com um almoço de confraternização entre os Nacionalistas.