Política Ambiental

POLÍTICA AMBIENTAL

Consideramos o nosso meio ambiente como um templo. Um templo sagrado para cuidarmos como se fosse a nossa própria casa. Esta casa foi-nos legada pelos nossos antepassados em bom estado e deverá ser assim transmitida às gerações futuras. Infelizmente não é o que está acontecer. O nosso território tornou-se num mercado onde quem manda é quem tem dinheiro e faz o uso e abuso dele como bem entender. Por isso propomos:

– Impor efectivamente a proibição da construção desregrada que atenta contra o meio-ambiente.

– Proteger a paisagem como património arquitectónico: Impedir que as novas construções ou obras de renovação de fachadas não respeitem a identidade da sua cidade.

– A limpeza das florestas com meios do Estado em articulação com os meios privados.

– Punir com penas pesadas os crimes contra o meio-ambiente: Quem provoca incêndios, entidades individuais/colectivas que poluem o mar, ruas e florestas com tóxicos, vidro e plástico.

– Usar meios humanos e técnicos nacionais para o combate aos incêndios: Sapadores e bombeiros nacionais ao serviço da nação e não o recurso a empresas privadas.

– Apoiar e especializar os bombeiros voluntários com condições dignas (salários, roupas especiais, apoios às suas famílias em caso de morte). Criação de um fundo destinado a financiar todos os bombeiros voluntários que frequentem cursos de especialização durante o seu horário laboral.

– Proteger a nossa fauna: Respeitar o meio-ambiente de cada animal característico, disperso por cada região, e tomar medidas de aumento da natalidade das espécies ameaçadas. Limite de caça e pesca para protecção das espécies.

– Proteger a nossa flora: Impedir a plantação e comercialização de espécies invasoras que destroem a nossa vegetação e eliminar as que já se encontram plantadas, nomeadamente: Eucaliptos, Mimosas e Austrálias. A excepção a esta regra será a plantação de eucaliptos em sistema rotativo em zonas pantanosas.

– O incentivo, através de subsídios e de facilidades fiscais, ao plantio de espécies nobres de crescimento lento.

– Aumento do número de guardas florestais e a reactivação das casas de guardas nas nossas florestas.

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