Política de Defesa

POLÍTICA DE DEFESA

Um dos atributos de uma Nação verdadeiramente independente é a existência de forças armadas próprias, que são um instrumento imprescindível na política externa de um Estado além de poderem desempenhar missões humanitárias e de apoio logístico, tanto a nível interno como a nível externo. Por tudo isto queremos a existência de forças armadas modernas, bem armadas, bem equipadas, bem pagas e imbuídas de sentido de dever e de patriotismo.
Assim propomos:

– O estabelecimento do serviço militar obrigatório. Todos os portugueses receberão formação militar básica, sendo a especialidade providenciada através de serviço selectivo. O serviço militar voltará a ser uma escola de virtudes e de educação cívica tal como foi no passado.

– Após a passagem à reserva todos os cidadãos conservarão a arma de serviço e o respectivo equipamento sendo chamados regularmente para treinos de requalificação. Adoptaremos, portanto, aquele que é popularmente conhecido como “sistema suíço”.

– O reequipamento do Exército com meios modernos a ter lugar em três fases:
1) A curto prazo a requalificação da infantaria em unidades ligeiras dotadas de equipamento moderno, arma pessoal moderna e totalmente renovada e de meios antitanque e antiaéreos móveis.
2) A médio prazo a requalificação da artilharia e da cavalaria através da aquisição de armamento moderno e das respectivas reservas de peças de reposição, que permitam elevar a já existente Brigada Mecanizada Independente a um real estatuto operacional, e no futuro levar à constituição de mais brigadas.
3) A longo prazo a total renovação da Marinha e da Força Aérea, de modo que seja permitido, à Marinha, a fiscalização e efectiva defesa das nossas águas territoriais e da nossa Zona Económica Exclusiva e a projecção de forças em qualquer parte do mundo onde estejam em risco as vidas de portugueses; à Força Aérea assegurar uma efectiva defesa do espaço aéreo nacional e a supremacia aérea sobre o campo de batalha.

– As unidades especiais, devido à natureza específica das suas missões e dos elementos que as compõem, terão direito a remuneração acima da média, subsídio de deslocação para os respectivos aquartelamentos e áreas de treino, este último extensivo às respectivas famílias directas.

– Uma real oportunidade de progressão na carreira militar, para cabos, sargentos e em especial para o posto de praça, que permita a constituição de um quadro de militares experientes e qualificados, verdadeira espinha dorsal de um exército.

– A reactivação das antigas unidades militares destruídas pelos sucessivos governos das últimas décadas, através de uma extenso programa de reocupação e requalificação dos quartéis abandonados.

– A reactivação das antigas fábricas de armamento e de equipamento militar, que no passado tantas peças de excelência produziram para as nossas Forças Armadas e para exércitos estrangeiros. Esta medida terá a dupla vantagem de gerar mais empregos em Portugal e de tornar a aquisição de equipamento menos dispendiosa ao erário público. Em articulação com estas medidas o Estado irá apoiar a investigação e o desenvolvimento de novo e moderno armamento e outros equipamentos para fins militares.

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